segunda-feira, 6 de outubro de 2008

LOCALIZAÇÃO DE TIMOR

2.1.LOCALIZAÇÃO OBJECTIVA

Timor situa-se no Sudeste Asiático, a 850º a Sul e 12 555º a Este, a Noroeste da Austrália, nas Ilhas Lesser Sunda, e a Este do Arquipélago Indonésio, sendo a mais oriental das pequenas ilhas do arquipélago de Sunda.
Politicamente, a ilha está dividida em duas partes: a ocidental (loro monu), território indonésio, com uma superfície de 19 000 km2 e cerca de 605 000 habitantes, com Kupang por capital; e a parte leste (loro sae), ex-colónia portuguesa, com 18 900 km2 de superfície e com capital em Dili.
O presente documento debruça-se sobre a parte leste da ilha, Timor-Leste, que inclui a metade Este da ilha de Timor, a região de Oecussi (Ambeno) na porção Noroeste da ilha de Timor, e as ilhas de Pulau Atauro e Pulau Jaco.


2.2.LOCALIZAÇÃO SIMBÓLICA

Segundo a Sra. Elvira Neves, Timor situa-se “perto da Austrália e de Singapura, por mar. Por terra a ilha só tem ligação com a Indonésia”.
Sente saudades, nasceu e cresceu em Timor. Pensa numa hipótese de lá voltar, mas apenas de visita, “pois a terra não está boa, continuam as guerras.” “Tenho medo de lá voltar, porque assisti a uma guerra em Angola e não quero voltar a começar tudo de novo. As consequências de uma guerra são muito graves. Tão cedo não estou para aí virada, principalmente, porque com esta idade, os familiares directos já não existem, nem os sítios que são familiares, porque foi tudo mudado durante o governo indonésio, as estradas onde passei…”


3.HISTÓRIA

A ilha de Timor constitui pólo de atracção para os comerciantes desde o século XIII, devido à abundância de sândalo, mel e cera, atraindo, então, comerciantes chineses e malaios. A formação do comércio local esteve na origem de casamentos com famílias reais locais, contribuindo para a diversidade étnico-cultural.
Os portugueses foram atraídos pelos recursos naturais de Timor em 1512, trazendo, em 1561, missionários que difundiram a religião católica, actualmente predominante. A chegada do primeiro governador português, no início do século XVIII, marcou o início da organização colonial do território, criando-se o Timor Português. Em 1914, a Sentença Arbitral assinada entre Portugal e a Holanda pôs termo aos conflitos entre os dois países colonizadores, fixando as fronteiras que hoje dividem a ilha.
Importa, ainda, referir que, segundo conta a Sra. Elvira Neves, a colonização de Timor pelos portugueses não foi pacífica, uma vez que a população autóctone sempre reivindicou a sua liberdade. A colonização de Timor pelos portugueses deu-se, completamente, com a chegada dos landins (indivíduos de origem moçambicana, levados pelos portugueses, a fim de ajudar a controlar o povo), que desposaram jovens raparigas timorenses, ou seja, através da união entre famílias.
Durante a Segunda Guerra Mundial, os Aliados (Austrália e Holanda) envolveram-se numa dura guerra contra as forças japonesas, em Timor, tendo algumas dezenas de milhar de timorenses dado a vida lutando ao lado dos Aliados. Quando os japoneses se renderam, em 1945, a soberania de Timor voltou, automaticamente, à Administração Portuguesa.

A 28 de Novembro de 1975, após uma breve guerra civil, a República Democrática de Timor-Leste foi proclamada. Contudo, apenas uns dias mais tarde, a 7 de Dezembro de 1975, a nova nação foi invadida pela Indonésia que a ocupou durante os 24 anos seguintes.

A 30 de Agosto de 1999 os timorenses votaram, com esmagadora maioria, pela independência, pondo fim a 24 anos de ocupação indonésia, na sequência de um referendo promovido pelas Nações Unidas. Em Abril de 2001, foram realizadas novas eleições, visando a eleição do novo líder do país, tendo Xanana Gusmão sido consagrado o novo presidente timorense. Assim, a 20 de Maio de 2002 as Nações Unidas entregaram o poder ao primeiro Governo Constitucional de Timor-Leste, tornando-se o país, totalmente, independente.


4.DENSIDADE POPULACIONAL
Em 1950 Timor contava com uma densidade de vinte e três habitantes por quilómetro quadrado e, vinte e cinco anos depois, em 1975, o total de habitantes da ilha era de 740 000. Já em 2003 a população de Timor-Leste rondava os 0.778 indivíduos, número que reflecte os vinte e quatro anos de guerra pela auto-determinação.
Actualmente, a população terá aumentado, sendo o número de 740 000 habitantes avançado na última edição da Revista FOCUS. Todavia, devido aos últimos acontecimentos, constata-se que a população de Timor-Leste está a diminuir, uma vez que já existem vítimas mortais, resultantes dos conflitos que se têm verificado na ilha.


5.CLIMA
A altitude é o elemento que influencia as variações de clima, pelo que apresenta-se homogéneo quanto à temperatura e, assaz, contrastante relativamente à precipitação, podendo afirmar-se que a ilha constitui um “mosaico de microclimas”. Este panorama, comprovado pela vegetação, apresenta, todavia, tendências minimamente definidas para que se possam determinar especificidades ao nível meteorológico, principalmente devido à situação geográfica de Timor, a sua orientação frente aos ventos dominantes e ao relevo insular.

A influência das monções regista-se, por seu lado, em duas estações: a primeira, decorrente de Novembro a Março, corresponde à monção de noroeste, caracterizada por chuvas abundantes em toda a Ilha; a segunda, correspondente à monção de sueste (australiana) faz-se sentir de Junho a Outubro, sendo a estação seca dos ventos frescos, apenas entrecortada na costa sul e, no início da estação, por chuvas de origem local. Entre ambas estabelecem-se períodos de transição com características comuns a cada uma delas.

As zonas em questão, tendo em conta as características referidas, reflectem-se na vegetação, constituindo regiões naturais, designadamente a:
 Zona quente e seca da costa norte – do litoral a 600 m. de altitude: temperatura média anual de 27º; precipitações anuais circunscritas, especialmente, aos meses que decorrem entre Dezembro e Abril e variando, conforme as localidades, entre 500 mm. e 1100 mm;

Zona quente e húmida da costa sul – do litoral a 600 m. de altitude: temperatura média anual de 26º, precipitações anuais restritas, principalmente, aos meses de Novembro e Julho e variando conforme as localidades, entre 1200 mm. e 2500 mm;

Zona temperada de meia montanha – de 600 m. a 1200 m. de altitude: temperatura média anual ou superior a 24º; precipitações anuais localizadas, essencialmente, nos meses de Outubro a Julho e variando, conforme as localidades, entre 1600 mm. e 3000 mm;

Zona fria de montanha – a partir de 1200 m. de altitude: temperatura média anual igual ou inferior a 18º; precipitação anual de 3000 mm. mais uniformemente distribuída, mas com um mês de precipitação inferior a 60 mm., pelo menos.

6. RECURSOS

6.1.ACTIVIDADES ECONÓMICAS DE SUBSISTÊNCIA E DE EXPLORAÇÃO

Os recursos de Timor-leste correspondem, por ordem de importância, a recursos de natureza agrícola, pecuária e mineral, consistindo as actividades económicas do povo, normalmente, em actividades económicas de subsistência e actividades económicas de exploração. As primeiras englobam a agricultura, a horticultura, a colheita de frutos, o pastoreio e a criação de animais e as segundas correspondem, consoante as regiões, à exploração do café, da copra ou do tabaco e de minério.
As condições agrícolas estão, integralmente, sujeitas ao clima, especialmente, à pluviosidade, demarcando-se as regiões agrícolas por zonas em que a pluviosidade permite ambientes próprios às necessidades ecológicas e das culturas. Porém, a insularidade e a multiplicação de microclimas derivados dos acidentes orográficos permitem que, à excepção de certas culturas com exigências mais definidas, como a batata e o café, predomine, em toda a ilha, a associação artificial.

A técnica de pousio é a mais utilizada, especialmente no leste, sendo os terrenos cultivados durante dois anos e permanecendo em pousio durante os dez anos seguintes.
Quando a organização tradicional do povo timorense se mantinha, praticamente, inalterada, existiram grandes hortas comunais, cujo produto das colheitas era dividido por todos. Depois da guerra as autoridades portuguesas exerceram pressão, no sentido de serem exploradas hortas individuais, porém os resultados revelaram-se decepcionantes, tendo a produção diminuído, consideravelmente. Pode-se, então, afirmar que a agricultura comporta um cariz primitivo, mostrando-se os nativos reticentes quanto ao uso de métodos que não os das suas tradições agrícolas. Os instrumentos agrícolas utilizados são, essencialmente, a alavanca grande (1,5 m) e pequena (1 m), ferros pontiagudos nas sachas e mondas, a picareta, a enxada (comprada no comércio local) e uma pequena faca para limpeza das ervas das hortas.
Nas hortas encontra-se o taro (Colocasia escubenta), os inhames, plantas de origem local e plantas de importação mais ou menos remota, como sejam o arroz, o milho, o feijão, a batata-doce, a mandioca, o alho, a cebola, o tomate, a soja, o grão, o ricíno, o tabaco e algumas cucurbitáceas. Existem, ainda, fruteiras várias, como a laranjeira, o limoeiro, a bananeira, a papaieira, o coqueiro, jamboeiro, arequeira, fruta-pão, jaqueira, ananaseiro, goiabeira, pungueira, ayata (fruta pinha). Os condimentos ocupam lugar cativo, destacando-se o betel, a pimenta brava e o açafrão da terra (Curcuma longa). Nas regiões elevadas, sobretudo no centro e oeste da Ilha, é frequente cada núcleo familiar de cabanas possuir o seu cafezal.

Embora de carácter florestal, importa referir a série significativa de madeiras com aplicação em todos os ramos de construção civil ligeira e pesada: ai-béssi (Inhia bijuga), ai-ná (Pierocarpus indicus), ai-seria (Cedrela toona), ai-maras (Pometia pinnata). Também, o bambu e as rotas (Calamus rotang) são utilizados na confecção de vários artefactos, sendo ainda de mencionar certas árvores e arbustos produtores de tintas, como Morinda tinctria, Peltophorum ferrugineum e Indigofera hirsuta.
No que se refere ao reino animal, o búfalo deve ser considerado em primeiro lugar, pelo papel que desempenha na economia autóctone – o búfalo é símbolo de riqueza e prestígio, sendo utilizado em ocasiões importantes da vida do povo. Já os gados caprino, ovino e suíno são fundamentais na economia de subsistência, constituindo a base da alimentação em dias vulgares, tal como as aves de capoeira, estando o gado bovino a incrementar-se.

Por seu lado, a pesca, que poderia fornecer grande parte da alimentação de que o timorense mais necessita, é apenas praticada por populações reduzidas da beira-mar e utiliza processos muito elementares: a arpoação do peixe nos baixios e praias do litoral, a caça submarina praticada pelos naturais da ilha de Ataúro e a pesca à rede e de armadilha.

Nas praias de pequena profundidade, pratica-se a pescaria em grandes cercos e, quando a maré vasa, o peixe, detido nos corais pelo abaixamento das águas, é facilmente arpoado ou apanhado a rede. A pesca de armadilha é realizada com grandes cestos cilíndricos, tecidos de rota e bambo, que têm no fundo uma abertura circular, e são lançados ao longo do litoral. Os cestos ficam presos ao fundo do mar por pesadas pedras e são referenciados a um ponto conhecido.

As pescas nas ribeiras são de carácter colectivo, intervindo quase toda a população válida do aldeamento, homens, mulheres e crianças. Em Oecussi utilizam-se dois métodos, um na época das chuvas e outro durante a estação seca. No primeiro caso, quando a ribeira tem muita água, alguns pescadores vão à foz desobstruir a saída das águas, e estas baixam de nível, iniciando-se a pesca imediatamente. O outro método consiste em colocar estacaria, atravessando a ribeira em dois pontos, não muito afastados. Assim, impede-se a fuga do peixe, que é facilmente arpoado ou apanhado à rede. As mulheres utilizam o nere, uma rede cónica presa, na base, a uma cana dobrada em forma de círculo que, por sua vez, se liga a uma vara de bambú flexível. Os homens empregam uma rede maior e chumbada – tife-cai - de forma circular. Estes redes são lançadas em locais onde os homens têm pé e, depois de aprisionarem o peixe, são puxadas para terra.

A caça submarina, praticada pelos nativos de ilha Ataúro, conta com dois instrumentos de fabrico próprio, os óculos de madeira com orifícios de mica e a fisga, munida de um arpão comprido de ferro, utilizado para perseguir as suas presas, a nado, durante horas.
No que se refere aos produtos de extracção mineral, os mais significativos são o sal e o ouro, sendo que aldeias existem que se dedicam, exclusivamente, à indústria do sal, comercializando-o nos mercados do interior. Enquanto produtos de extracção mineral contam-se, ainda, a cromite, o manganês, o cobre e o petróleo.
Finalmente, os mercados desempenham um papel polarizador e estimulante das actividades económicas nativas.

6.2.ÁGUA

Segundo conta a Sra. Elvira Neves, o sistema de distribuição de água canalizada encontra-se implantado nas cidades, como por exemplo Dili e Baucau, mas fora das cidades a água é obtida através de poços artesanais, mais especificamente, perfurações.

6.3.COMBUSTÍVEIS

Os combustíveis, inicialmente, existentes eram o carvão e o petróleo, o gás entrou muito tarde, bem como a electricidade, que surgiu por volta de 1965.
Foi, recentemente, iniciada a exploração de petróleo, por uma companhia petrolífera australiana e por outra companhia italiana. Actualmente, nas palavras da Sra. Imaculada Cruz, o gás natural de Timor abastece toda a Austrália, e a electricidade funciona como um cartão Multibanco, que deve ser carregado na Central Eléctrica, mas os geradores perdem potência inúmeras vezes, segundo o Sr. Carlos Agostinho.

ORIGEM DOS REINOS

“Uma velha lenda relacionada com a origem de antigos reinos conta que…

… um dia, quatro tribos habitantes da Península de Malaca se fizeram ao mar em grandes e sólidas jangadas de bambu, em demanda de novas terras a oriente. Durante a segunda jornada de viagem grande tempestade se formou; os emigrantes creram ver na porcela um acto do próprio Deus que lhes ordenava o regresso a suas terras, em busca dos mochos sagrados esquecidos, por descuido, nos templos. Reparada a falta, mal as aves foram encarrapitadas nos mastros das embarcações estas adquiriram grande velocidade deslizando, suavemente, num mar tranquilo.

Dias passados, por alturas de Macassar, nova tormenta se levantou destroçando as jangadas e arremessando os navegantes para as praias da ilha. Apesar de bem recebidos pela população local, os sobreviventes não quiseram aí permanecer: a ideia de prosseguir viagem atormentava-os. Num novo veleiro construído em Macassar arribaram a Flores, onde parte dos homens e mulheres da tripulação, seduzidos pelos encantos da terra, resolveu estabelecer-se. O grupo principal continuou viagem até vir a atingir, finalmente, Timor, por alturas do reino de Amatung.

Cedo, duras lutas se travaram entre os recém-chegados e os insulares, os Melus, povos primitivos e guerreiros, conseguindo os primeiros infligir pesadas derrotas e conquistar muitas terras aos nativos. Três das tribos invasoras, cujos chefes eram irmãos, haviam trazido de Malaca três plantas que foram colocadas nos locais onde cada tribo primeiro acampou. Os nomes destas árvores – ai hali, ai hico e ai timo – deram origem aos reinos de Uai-Hali, Uai-Hico e Hai-Timo; a quarta tribo ocupou a região de Fatu Aruim.

Com o decorrer do tempo o reino de Uai-Hali alcançou grande prestígio e hegemonia entre os povos vizinhos. Aos seus reis, que se intitulavam Filhos de Deus (Maromac-oan) atribuíram-se poderes sobrenaturais; a eles dirigiam os povos as suas preces.”

Formação da Ilha de Timor Leste

MITO DO CROCODILO

“Em Macassar, na ilha dos Celébes, vivia um crocodilo…. Isto passou-se muito antes dos tempos que já lá vão. Velho, sem velocidade para os peixes da ribeira, não teve outro recurso senão pôs pé no seco e aventurar-se terras adentro e ver se topava cão ou porco que lhe matasse a fome.
Andou, andou e nada topou.
Resolveu regressar, mas o caminho era longo e o sol ardia. Abrasado, sentiu o crocodilo que as forças iam faltar-lhe e que, mais passo, ficaria ali para sempre como uma pedra.
Mas o acaso fez que lhe passasse, mesmo à mão e a tempo, um rapaz. Este, condoído, ajudou-o a arrastar-se até à ribeira. O crocodilo ficou-lhe gratíssimo, oferecendo-se para, a partir daquele dia, o levar às costas pelas águas dos rios e do mar.
Certa vez, apertado pela fome e sem cão ou porco que a matasse, decidiu-se a comer o rapaz. Antes, porém, para alívio da consciência, consultou os outros animais sobre se devia ou não comê-lo. Desde a baleia ao macaco todos ralharam muito com ele, acusando-o de ingrato.

Inclinando-se perante a opinião geral, e no receio de que a sua presença passasse, de futuro, a ser mal tolerada, o crocodilo dispôs-se a partir mar fora e a levar consigo o dedicado rapaz por quem, vencida a tentação, sentia amizade quase paternal.
Foi nesta disposição que convidou o rapaz a pular-lhe para as costas.
Fazendo-se, então, ao mar nadou, onda após onda, em demanda das terras onde nasce o sol, convencido de que lá havia de encontrar um disco de oiro semelhante ao outro que o norteava.

Porém quando já cansado de nadar, pensou em dar meia volta e regressar às terras de origem, sentiu que o corpo se lhe imobilizava, rapidamente, em pedra e terra, crescendo, crescendo, até atingir as dimensões de uma ilha.
Caminhou, então, o rapaz sobre o dorso da ilha, rodeou-a com o olhar e chamou-a de Timor que, em língua malaia, quer dizer oriente.”

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

PRECIOSA É A VIDA DADA À MISSÃO

Foi num ambiente de alegria que nos dias 27 e 28 de Setembro de 2008, se celebrou em Santa Catarina (Caldas da Rainha) o encontro nacional de jovens, no âmbito do Centenário da morte de S. Arnaldo Janssen e de S. José Freinademetz, missionário do Verbo Divino, na China.

No encontro, que decorreu sob o lema "Preciosa é a vida dada à missão”, os jovens foram convidados encostarem-se a Cristo, "o verdadeiro rochedo das nossas vidas".Depois de introduzidos na temática do encontro, os participantes foram enviados em missão, visitando os idosos e os doentes de diversas povoações.

A noite de sábado convidou os jovens para um ambiente de vigília, terminando depois num alegre convívio. A parte central do Domingo foi a celebração solene da Eucaristia, com a animação bem particular da gente jovem. Na sua homilia, o presidente da celebração, o Pe. António Leite, referiu-se a Jesus Cristo como Aquele que dinamitou a imagem que S. Paulo tinha de Deus, acentuando a importância do encontro com Ele que transforma a vida e as imagens que fazemos de Deus.

Quantas imagens de Deus que vamos construindo e que precisam de ser dinamitadas no verdadeiro Encontro com Ele! Em diversos momentos da celebração, a nossa oração pelos cristãos perseguidos na Índia, particularmente em Orissa, não poderia deixar de estar presente.É de referir ainda que os jovens foram alojados em casas de família e que se podia notar, apesar do pouco tempo, que a separação da família de acolhimento – tal foi o carinho que puseram – que a separação já custou um pouco.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

O Senhor criou tudo quanto quis...(Salmo, 135)

o Senhor criou tudo quanto quis; nos céus e sobre a terra,
nos mares e em todos os abismos,
Faz subir as nuvens das extremidades da terra;
converte os relâmpagos em chuva,
retira os ventos dos seus recervatórios.

DEUS REINA SOBRE A CRIAÇÃO


Dele é o mar, foi Ele quem o criou;
a terra firme é obra das Suas mãos

DESEJO DE ESTAR COM DEUS


O Vosso AMOR é mais prcioso do que a vida,
os meus lábios Vos louvarão.
Quero bendizer-Vos em toda a minha vida,
levantar as minhas mãos em Vosso Nome.
(Salmo 63, 4-5)