sexta-feira, 7 de março de 2008

A saying "goodbye" to Portugal


(Foto dalam perayaan ekaristi di masa natal thn 2007 bersama putra putri Loro Sae, mereka dua bersama Padre Adérito Costa, SDB dan Padre António Leite, SVD)

Dua saudara Florianus Jaling SVD dan Felecianus Sila SVD, dari Indonesia yang telah menyelesaikan studinya di S2 (jurusan teologia) di Universitas Katolika Portuguesa di Lisbon saat ini telah bersiap diri untuk "saying goodbye" to Portugal dan berlangkah menujuh ke Indoneisa.

Mereka telah menerima tahbisan diakon pada tgl 2 Dezember thn 2007 dan akan praktek sebagai diakon di Indonesia lalu di tahbiskan menjadi imam "se Deus quizer" lalu akan kembali bertugas di Portugal sebagai misionaris dari kongregasi Sabda Allah di Portugal.

Kami mau mengucapkan limpah terima kasih atas kesetiaan dan ketekunanmu dalam misi sebagai studante/mahasiswa di negara asing dan juga terima kasih berlimpah untuk segala kesaksianmu di dunia Europa yang sangat materialista ini.

Terima kasih juga untuk pelayanan dan cintamu terhadap putra putri dari bumi Loro Sae selama kamu berada di Portugal ini.

Semoga kamu menjadi saksihNya yang setia di mana saja kamu akan berada dan bekerja. "Jadilah saksiNya yang baik di tanah airmu yang tercinta.

Kami mendoakan semoga menjadi imam yang patut diteladani oleh kaum muda di masa kini.
Terima kasih dan selamat jalan.

Boa viagem Deus abençoe.
Ir. Ma. Mendes, SSpS

domingo, 2 de março de 2008

Novos "Mestres"


No dia 29 de Fevereiro de 2008 o Felicianus Sila e o Florianus Jaling fizeram a defesa dos seus trabalhos de Mestrado. O Feliciano apresentou o seguinte trabalho: “O diálogo inter-religioso e a missão da Igreja. Interpelação à vida da Igreja na Indonésia”. O Floriano, por sua vez, trabalhou a seguinte temática: “A missão diaconal da Igreja à luz da “Gaudium et Spes”. Desafios na presente situação sociocultural da Indonésia”.
Os dois ouviram palavras de louvor da parte de mesa (Prof. Doutor Borges de Pinho, Prof. Doutor José Nunes e Dra. Isabel Varanda). Depois de algumas perguntas e respostas, seguiram-se os minutos de “suspense” e os dois receberam a notícia de que a nota recebida era 16. Aos dois, os nossos parabéns, e que todo este esforço os possa ajudar, a eles e a outros, nos desafios que irão encontrar na missão que deve realmente ser diaconal e vivida em atitude de diálogo, neste pluralismo religioso.

(P. António Leite, svd)

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Jesus é a Luz do Mundo


As leituras do 4º Domingo da Quaresma propõem-nos o tema da "luz". Definem a experiência cristã como "viver na luz".
No Evangelho, Jesus apresenta-se como "a luz do mundo"; a sua missão é libertar os homens das trevas do egoísmo, do orgolho e da auto-suficiência. Aderir a proposta de Jesus é enveredar por um caminho de liberdade e de realização que conduz a vida plena. Da acção de Jesus nasce, assim, o Homem Novo - isto é, o Homem elevado às suas máximas potencialidades pela comunicação do Espírito de Jesus. (www.ecclesia.pt)

4º DOMINGO DA QUARESMA

EVANGELHO – Jo 9,1-41

Naquele tempo,Jesus encontrou no seu caminho um cego de nascença.Os discípulos perguntaram-Lhe:«Mestre, quem é que pecou para ele nasceu cego?Ele ou os seus pais?Jesus respondeu-lhes:«Isso não tem nada que ver com os pecados dele ou dos pais;mas aconteceu assimpara se manifestarem nele as obras de Deus.É preciso trabalhar, enquanto é dia,nas obras d’Aquele que Me enviou.Vai cegar a noite, em que ninguém pode trabalhar.Enquanto Eu estou no mundo, sou a luz do mundo».Dito isto, cuspiu em terra,fez com a saliva um pouco de lodo e ungiu os olhos do cego.Depois disse-lhe:«Vai lavar-te à piscina de Siloé»; Siloé quer dizer «Enviado».Ele foi, lavou-se e ficou a ver.Entretanto, perguntavam os vizinhose os que antes o viam a mendigar:«Não é este o que costumava estar sentado a pedir esmola?»Uns diziam: «É ele».Outros afirmavam: «Não é. É parecido com ele».Mas ele próprio dizia: «Sou eu».Perguntaram-lhe então:«Como foi que se abriram os teus olhos?»Ele respondeu:«Esse homem, que se chama Jesus, fez um pouco de lodo,ungiu-me os olhos e disse-me:‘Vai lavar-te à piscina de Siloé’.Eu fui, lavei-me e comecei a ver».Perguntaram-lhe ainda: «Onde está Ele?»O homem respondeu: «Não sei».Levaram aos fariseus o que tinha sido cego.Era sábado esse dia em que Jesus fizeram lodoe lhe tinha aberto os olhos.Por isso, os fariseus perguntaram ao homemcomo tinha recuperado a vista.Ele declarou-lhes: «Jesus pôs-me lodo nos olhos;depois fui lavar-me e agora vejo».Diziam alguns dos fariseus:«Esse homem não vem de Deus, porque não guarda o sábado».Outros observavam:«Como pode um pecador fazer tais milagres?»E havia desacordo entre eles.Perguntaram então novamente ao cego:«Tu que dizias d’Aquele que te deu a vista?»O homem respondeu: «É um profeta».Os judeus não quiseram acreditarque ele tinha sido cego e começara a ver.Chamaram então os pais dele e perguntaram-lhes:«É este o vosso filho? É verdade que nasceu cego?Como é que agora vê?»Os pais responderam:«Sabemos que este é o nosso filho e que nasceu cego;mas não sabemos como é que ele agora vê,nem sabemos quem lhe abriu os olhos.Ele já tem idade para responder: perguntai-lho vós».Foi por medo que eles deram esta resposta,porque os judeus tinham decidido expulsar da sinagogaquem reconhecesse que Jesus era o Messias.Por isso é que disseram:«Ele já tem idade para responder; perguntai-lho vós».Os judeus chamaram outra vez o que tinha sido curadoe disseram-lhe: «Dá glória a Deus.Nós sabemos que esse homem é pecador».Ele respondeu: «Se é pecador, não sei.O que sei é que eu era cego e agora vejo».Perguntaram-lhe então:«Que te fez Ele? Como te abriu os olhos?»O homem replicou:«Já vos disse e não destes ouvidos.Porque desejais ouvi-lo novamente?Também quereis fazer-vos seus discípulos?»Então insultaram-no e disseram-lhe:«Tu é que és seu discípulo; nós somos discípulos de Moisés;mas este, nem sabemos de onde é».O homem respondeu-lhes:«Isto é realmente estranho: não sabeis de onde Ele é,mas a verdade é que Ele me deu a vista.Ora, nós sabemos que Deus não escuta os pecadores,mas escuta aqueles que O adoram e fazem a sua vontade.Nunca se ouviu dizer que alguém tenha aberto os olhosa um cego de nascença.Se Ele não viesse de Deus, nada podia fazer».Replicaram-lhe então eles:«Tu nasceste inteiramente em pecado e pretendes ensinar-nos?»E expulsaram-no.Jesus soube que o tinham expulsadoe, encontrando-o, disse-lhe:«Tu acreditas no Filho do homem?»Ele respondeu-Lhe:«Senhor, quem é Ele, para que eu acredite?»Disse-lhe Jesus;«Já O viste: é Quem está a falar contigo».O homem prostrou-se diante de Jesus e exclamou:«Eu creio, Senhor».Então Jesus disse-lhe:«Eu vim para exercer um juízo:os que não vêem ficarão a ver;os que vêem ficarão cegos».Alguns fariseus que estavam com Ele, ouvindo isto,perguntaram-Lhe:«Nós também somos cegos?»Respondeu-lhes Jesus:«Se fôsseis cegos, não teríeis pecado.Mas como agora dizeis: ‘Não vemos’,o vosso pecado permanece».


AMBIENTE (www.ecclesia.pt)

Já vimos, na semana passada, que o Evangelho segundo João procura apresentar Jesus como o Messias, Filho de Deus, enviado pelo Pai para criar um Homem Novo. Também vimos que, no chamado “Livro dos Sinais” (cf. Jo 4,1-11,56), o autor apresenta – recorrendo aos “sinais” da água (cf. Jo 4,1-5,47), do pão (cf. Jo 6,1-7,53), da luz (cf. Jo 8,12-9,41), do pastor (cf. Jo 10,1-42) e da vida (cf. Jo 11,1-56) – um conjunto de catequeses sobre a acção criadora do Messias.O nosso texto é, exactamente, a terceira catequese (a da luz) do “Livro dos Sinais”: através do “sinal” da “luz”, o autor vai descrever a acção criadora e vivificadora de Jesus. A catequese sobre a “luz” é colocada no contexto da “Festa de Sukkot” (a festa das colheitas); um dos ritos mais populares dessa festa era, exactamente, a iluminação dos quatro grandes candelabros do átrio das mulheres, no Templo de Jerusalém.No centro do quadro aparece-nos (além de Jesus) um cego. Os “cegos” faziam parte do grupo dos excluídos da sociedade palestina de então. As deficiências físicas eram consideradas – pela teologia oficial – como resultado do pecado (os rabbis da época chegavam a discutir de onde vinha o pecado de alguém que nascia com uma deficiência: se o defeito era o resultado de um pecado dos pais, ou se era o resultado de um pecado cometido pela criança no ventre da mãe).Segundo a concepção da época, Deus castigava de acordo com a gravidade da culpa. A cegueira era considerada o resultado de um pecado especialmente grave: uma doença que impedisse o homem de estudar a Lei era considerada uma maldição de Deus por excelência. Pela sua condição de impureza notória, os cegos eram impedidos de servir de testemunhas no tribunal e de participar nas cerimónias religiosas no Templo.MENSAGEMO nosso texto não é uma reportagem jornalística sobre a cura de um cego; mas é uma catequese, na qual se apresenta Jesus como a “luz” que veio iluminar o caminho dos homens. O “cego” da nossa história é um símbolo de todos os homens e mulheres que vivem na escuridão, privados da “luz”, prisioneiros dessas cadeias que os impedem de chegar à plenitude da vida. A reflexão apresenta-se em vários quadros.No primeiro quadro (vers. 2-5), Jesus apresenta-se como “a luz do mundo”. Jesus e os discípulos estão diante de um cego de nascença. De acordo com a teologia da época, o sofrimento era sempre resultado do pecado; por isso, os discípulos estavam preocupados em saber se foi o cego que pecou ou se foram os seus pais. Jesus desmonta esta perspectiva e nega qualquer relação entre pecado e sofrimento. No entanto, a ocasião é propícia para ir mais além; e Jesus aproveita-a para mostrar que a missão que o Pai lhe confiou é ser “a luz do mundo” e encher de “luz” a vida dos que vivem nas trevas.No segundo quadro (vers. 6-7), Jesus passa das palavras aos actos e prepara-se para dar a “luz” ao cego. Começa por cuspir no chão, fazer lodo com a saliva e ungir com esse lodo os olhos do cego. O gesto de fazer lodo reproduz, evidentemente, o gesto criador de Deus de Gn 2,7 (quando Deus amassou o barro e modelou o homem). A saliva transmitia, pensava-se, a própria força ou energia vital (equivale ao sopro de Deus, que deu vida a Adão – cf. Gn 2,7). Assim, Jesus juntou ao barro a sua própria energia vital, repetindo o gesto criador de Deus. A missão de Jesus é criar um Homem Novo, animado pelo Espírito de Jesus.No entanto, a cura não é imediata: requer-se a cooperação do enfermo. “Vai lavar-te na piscina de Siloé” – diz-lhe Jesus. A disponibilidade do cego em obedecer à ordem de Jesus é um elemento essencial na cura e sublinha a sua adesão à proposta que Jesus lhe faz. A referência ao banho na piscina do “enviado” (o autor deste texto tem o cuidado de explicar que Siloé significa “enviado”) é, evidentemente, uma alusão à água de Jesus (o enviado do Pai), essa água que torna os homens novos, livres das trevas/escravidão. A comunidade joânica pretenderá, certamente, fazer aqui uma catequese sobre o baptismo: quem quiser sair das trevas para viver na luz, como Homem Novo, tem de aceitar a água do baptismo – isto é, tem de optar por Jesus e acolher a proposta de vida que Ele oferece.Depois, o autor do texto coloca em cena várias personagens; essas personagens vão assumir representar vários papéis e assumir atitudes diversas diante da cura do cego.Os primeiros a ocupar a cena são os vizinhos e conhecidos do cego (vers. 8-12). A imagem do cego, dependente e inválido, transformado em homem livre e independente, leva os seus concidadãos a interrogar-se. Percebem que de Jesus vem o dom da vida em plenitude; talvez anseiem pelo encontro com Jesus, mas não se atrevem a dar o passo definitivo (ir ao encontro de Jesus) para ter acesso à “luz”. Representam aqueles que percebem a novidade da proposta que Jesus traz, que sabem que essa proposta é libertadora, mas que vivem na inércia, no comodismo e não estão dispostos a sair do seu “cantinho”, do seu mundo limitado, para ir ao encontro da “luz”.Um outro grupo que aparece em cena é o dos fariseus (vers. 13-17). Eles sabem perfeitamente que Jesus oferece a “luz”; mas recusam-na liminarmente. Para eles, interessa continuar com o esquema das “trevas”. Representam aqueles que têm conhecimento da novidade de Jesus, mas não estão dispostos a acolhê-la. Sentem-se mais confortáveis nos seus esquemas de escravidão e auto-suficiência e não estão dispostos a renunciar às “trevas”. Mais: opõem-se decididamente à “luz” que Jesus oferece e não aceitam que alguém queira sair da escravidão para a liberdade. Quando constatam que o homem curado por Jesus não está disposto a voltar atrás e a regressar aos esquemas de escravidão, expulsam-no da sinagoga: entre as “trevas” (que os dirigentes querem manter) e a “luz” (que Jesus oferece), não pode haver compromisso.Depois, aparecem em cena os pais do cego (vers. 18-23). Eles limitam-se a constatar o acontecimento (o filho nasceu cego e agora vê), mas evitam comprometer-se. Na sua atitude, transparece o medo de quem é escravo e não tem coragem de passar das “trevas” para a “luz”. O texto explica, inclusive, que eles “tinham medo de ser expulsos da sinagoga”. A “sinagoga” designava o local do encontro da comunidade israelita; mas designava, também, a própria comunidade do Povo de Deus. Ser expulso da “sinagoga” significava a excomunhão, o risco de ser declarado herege e apóstata, de perder os pontos de referência comunitários, o cair na solidão, no ridículo, no descrédito e na marginalidade. Preferem a segurança da ordem estabelecida – embora injusta e opressora – do que os riscos da vida livre. Representam todos aqueles que, por medo, preferem continuar na escravidão, não provocar os dirigentes ou a opinião pública, do que correr o risco de aceitar a proposta transformadora de Jesus.Finalmente, reparemos no “percurso” que o homem curado por Jesus faz. Antes de se encontrar com Jesus, é um homem prisioneiro das “trevas”, dependente e limitado. Depois, encontra-se com Jesus e recebe a “luz” (do encontro com Jesus resulta sempre uma proposta de vida nova para o homem). O relato descreve – com simplicidade, mas também de uma forma muito bela – a progressiva transformação que o homem vai sofrendo. Nos momentos imediatos à cura, ele não tem ainda grandes certezas (quando lhe perguntam por Jesus, responde: “não sei”; e quando lhe perguntam quem é Jesus, ele responde: “é um profeta”); mas a “luz” que agora brilha na sua vida vai-o amadurecendo progressivamente. Confrontado com os dirigentes e intimado a renegar a “luz” e a liberdade recebidas, ele torna-se, em dado momento, o homem das certezas, das convicções; argumenta com agilidade e inteligência, joga com a ironia, recusa-se a regressar à escravidão: mostra o homem adulto, maduro, livre, sem medo… É isso que a “luz” que Jesus oferece produz no homem. Finalmente, o texto descreve o estádio final dessa caminhada progressiva: a adesão plena a Jesus (vers. 35-38). Encontrando o ex-cego, Jesus convida-o a aderir ao “Filho do Homem” (“acreditas no Filho do Homem?” - vers. 35); a resposta do ex-cego é a adesão total: “creio, Senhor” (vers. 38). O título “Senhor” (“kyrios”) era o título com que a comunidade cristã primitiva designava Jesus, o Senhor glorioso. Diz, ainda, o texto, que o ex-cego se prostrou e adorou Jesus: adorar significa reconhecer Jesus como o projecto de Homem Novo que Deus apresenta aos homens, aderir a Ele e segui-l’O.Neste percurso está simbolicamente representado o “caminho” do catecúmeno. O primeiro passo é o encontro com Jesus; depois, o catecúmeno manifesta a sua adesão à “luz” e vai amadurecendo a sua descoberta… Torna-se, progressivamente, um homem livre, sem medo, confiante; e esse “caminho” desemboca na adesão total a Jesus, no reconhecimento de que Ele é o Senhor que conduz a história e que tem uma proposta de vida para o homem… Depois disto, ao cristão nada mais interessa do que seguir Jesus. A missão de Jesus é aqui apresentada como criação de um Homem Novo. Deus criou o homem para ser livre e feliz; mas o egoísmo, o orgulho, a auto-suficiência, dominaram o coração do homem, prenderam-no num esquema de “cegueira” e frustraram o projecto de Deus. A missão de Jesus consistirá em destruir essa “cegueira”, libertar o homem e fazê-lo viver na “luz”. Trata-se de uma nova criação… Assim, da acção de Jesus irá nascer um Homem Novo, liberto do egoísmo e do pecado, vivendo na liberdade, a caminho da vida em plenitude.


ACTUALIZAÇÃO

Considerar, na reflexão, as seguintes propostas:• Nós, os crentes, não podemos fechar-nos num pessimismo estéril, decidir que o mundo “está perdido” e que à nossa volta só há escuridão… No entanto, também não podemos esconder a cabeça na areia e dizer que tudo está bem. Há, objectivamente, situações, instituições, valores e esquemas que mantêm o homem encerrado no seu egoísmo, fechado a Deus e aos outros, incapaz de se realizar plenamente. O que é que, no nosso mundo, gera escuridão, trevas, alienação, cegueira e morte? O que é que impede o homem de ser livre e de se realizar plenamente, conforme previa o projecto de Deus?• A catequese que João nos propõe hoje garante-nos: a realização plena do homem continua a ser a prioridade de Deus. Jesus Cristo, o Filho de Deus, veio ao encontro dos homens e mostrou-lhes a luz libertadora: convidou-os a renunciar ao egoísmo e auto-suficiência que geram “trevas”, sofrimento, escravidão e a fazerem da vida um dom, por amor. Aderir a esta proposta é viver na “luz”. Como é que eu me situo face ao desafio que, em Jesus, Deus me faz?• O Evangelho deste domingo descreve várias formas de responder negativamente à “luz” libertadora que Jesus oferece. Há aqueles que se opõem decididamente à proposta de Jesus porque estão instalados na mentira e a “luz” de Jesus só os incomoda; há aqueles que têm medo de enfrentar as “bocas”, as críticas, que se deixam manipular pela opinião dominante, e que, por medo, preferem continuar escravos do que arriscar ser livres; há aqueles que, apesar de reconhecerem as vantagens da “luz”, deixam que o comodismo e a inércia os prendam numa vida de escravos… Eu identifico-me com algum destes grupos?• O cego que escolhe a “luz” e que adere incondicionalmente a Jesus e à sua proposta libertadora é o modelo que nos é proposto. A Palavra de Deus convida-nos, neste tempo de Quaresma, a um processo de renovação que nos leve a deixar tudo o que nos escraviza, nos aliena, nos oprime – no fundo, tudo o que impede que brilhe em nós a “luz” de Deus e que impede a nossa plena realização. Para que a celebração da ressurreição – na manhã de Páscoa – signifique algo, é preciso realizarmos esta caminhada quaresmal e renascermos, feitos Homens Novos, que vivem na “luz” e que dão testemunho da “luz”. O que é que eu posso fazer para que isso aconteça?• Receber a “luz” que Cristo oferece é, também, acender a “luz” da esperança no mundo. O que é que eu faço para eliminar as “trevas” que geram sofrimento, injustiça, mentira e alienação? A “luz” de Cristo que os padrinhos me passaram no dia em que fui baptizado brilha em mim e ilumina o mundo?

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Santu Arnoldus Janssen dan Santu Josep Freinametz

Pada tgl 29 Januari di seluruh dunia, putra-putri bapa Arnoldus Janssen merayakan hari pembukaan 100 tahun kematian kedua orang kudusnya: Santu Arnoldo dan Santu Josep Freinademetz.

Pesta kudus ini di Lisbon dirayakannya di rumah provincialat SVD, dimana hadir juga anggota diplomat dari kedutaan Indonesia, Bapa Paulus Ratulangi dan Ibu Nini bersama kedua putranya Peter dan Lorens.

Pada foto di atas bisa dilihat kehadiran mereka berpotret bersama para diakon SVD, Diakon Florianus Jaling SVD, dari Manggarai, Flores dan Diakon Felicianus Sila SVD, dari Kefamenanu. Mereka akan ditahbiskan pada tahun 2008 ini di Indonesia lalu akan kembali berkarya di Portugal sebagai misionaris SVD. Mari kita mendoakan mereka supaya menjadi pewarta cinta kasihNya yang setia di dunia Eropa khususnya di Portugal ini.

Pada foto hadir juga Br. Silvestre Manek SVD yang sementara belajar bahasa camões untuk misinya di Mozambique.

Ada lagi dua suster anggota SSpS yang berkarya di Lisbon saat ini, mereka itu dari Manggarai dan Timor Lorosae.

Semoga kita mendoakan para misionaris kita di mana saja mereka diutus dan berkarya.

Atas nama semua misionaris, kami mengucapkan limpah terima kasih untuk doa-doamu semua. Tuhan memberkati hidup dan karyamu senantiasa.

God Bless you
Deus lhe abençoe
Tuhan memberkatimu

MITO DE CROCODILO (Cit. in CINATTI, Ruy et all (1987). Arquitectura Timorense

"Em Macassar, na ilha dos Celébes, vivia um crocodilo.... Isto passou-se muito antes dos tempos que já lá vão. Velho, sem velocidade para os peixes da ribeira, não teve outro recurso senão pôs pé no seco e aventurar-se terras adentro e ver se topava cão ou porco que lhe matasse a fome.

Andou, andou e nada topou.
Resolveu regressar, mas o caminho era longo e o sol ardia. Abrasado, sentiu o crocodilo que as forças iam faltar-lhe e que, masi passo, ficaria ali para sempre como uma pedra.

Mas o acaso fez que lhe passasse, mesmo à mão e a tempo, um rapaz. Este, condoído, ajudou-o a arrastar-se para, a partir daquele dia, o levar às costas pelas águas dos rios e do mar.

Certa vez, apertado pela fome e sem cão ou porco que a mattasse, decidiu-se a comer o rapaz. Antes, porém, para alívio da consciência, consultou os outros animais sobre se devia ou não comê-lo. Desde a baleia ao macaco todos ralharam muito com ele, acusando-o de ingrato.

Inclinando-se perante a opinião geral, e no receio de que a sua presença passasse, de futuro, a ser mal tolerada, o crocodilo dispôs-se a partir mar fora e a levar consigo o dedicado rapaz por quem, vencida a tentação, sentia amizade quase paternal.

Foi nesta disposição que convidou o rapaz a pular-lhe para as costas.

Fazendo-se, então, ao mar nadou, onda após onda, em demanda das terras onde nasce o sol, convencido de que lá havia de encontrar um disco de oiro semelhante ao outro que o norteava.

Porém quando já cansado de nadar, pensou em dar meia volta a regressar às terras de origem, sentiu que o corpo se lhe imobilizava, rapidamente, em pedra e terra, crescendo, até atingir as dimensões de UMA ILHA.

Caminhou, então, o rapaz sobre o dorso da ilha, rodeaou-a com o olhar e chamou-a de TIMOR que, em língua malaia, quer dizer ORIENTE".

Peço para todos os timorenses em qualquer lado do mundo procuram a conhecer bem a nossa história ou seja a imagem da nossa Ilha. Porque será de forma crocodilo? Vem e vê, porque?

(Ir. Ma. Mendes, SSpS)

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Os Jovens Timorenses com o Padre Domingos Soares


Chegou a noite e o barco continuava no meio do lago, enquanto Jesus estava sozinho em terra. De madrugada, reparou que os discípulos remavam com dificuldade, porque o vento era contrário. Foi ter com eles caminhando por cima da água e quis passar-lhes adiante. Quando eles viram Jesus caminhar sobre o lago começaram a gritar com medo, julgando que era um fantasma. Todos eles o viram e se assustaram, mas Jesus disse-lhes logo: "Corragem! Sou Eu, não tenham medo!" Depois, juntou-se a eles no barco, e o vento parou. Os discípulos ficaram maravilhados.
(Evangelho, Segundo São João, 6,16-21)
Neste momento os timorenses estão a presiçar a união e a paz entre eles.
Acreditamos que Jesus esta sempre no meio deles e continuar a dizer "CORRAGEM! SOU EU! Não tenham MEDO!".