sábado, 16 de fevereiro de 2008

SALMO 50 (51)

Pecámos, Senhor: tende compaixão de nós.Refrão
Tende compaixão de nós, Senhor,porque somos pecadores.
Compadecei-Vos de mim, ó Deus, pela vossa bondade,pela vossa grande misericórdia, apagai os meus pecados.Lavai-me de toda a iniquidadee purificai-me de todas as faltas.
Porque eu reconheço os meus pecadose tenho sempre diante de mim as minhas culpas.Pequei contra Vós, só contra Vós,e fiz o mal diante dos vossos olhos.
Criai em mim, ó Deus, um coração puroe fazei nascer dentro de mim um espírito firme.Não queirais repelir-me da vossa presençae não retireis de mim o vosso espírito de santidade.
Dai-me de novo a alegria da vossa salvaçãoe sustentai-me com espírito generoso.Abri, Senhor, os meus lábiose a minha boca cantará o vosso louvor.

D. José Policarpo apela à «mudança do coração»

O Cardeal-Patriarca de Lisboa apelou ontem a uma “mudança do coração”, precisando o significado da conversão a que são chamados os fiéis durante o tempo da Quaresma, que se iniciou com a celebração de Quarta-feira de Cinzas.
Na homilia da Missa a que presidiu na Sé de Lisboa, D. José Policarpo frisou que “a conversão é a abertura do coração a um amor esquecido – porventura atraiçoado”, e não, “primariamente, uma correcção moral”.
“Trata-se de recuperar uma fidelidade de amor, supõe uma experiência feita de ser amado e de amar. A conversão é necessariamente uma mudança de coração”, precisou.
A meditação do Cardeal-Patriarca girou em volta da “beleza da conversão”, “uma experiência de rara beleza e densidade; é a surpresa da descoberta da verdadeira vida, como se nascesse de novo”.
“Há muito egoísmo a vencer, muita superficialidade a colmatar, muita vaidade a corrigir, mas o primeiro campo da conversão é o regresso ao amor amado, à fidelidade interrompida, ao ideal desiludido. Venham todos connosco, façamos em conjunto um caminho de regresso à liberdade e, quem sabe, talvez nesse regresso, encontremos a ternura de Deus”, apontou.
D. José Policarpo lembrou os “chamamentos a que não respondemos com radicalidade, experiências de fidelidade e de comunhão interrompidas pela nossa fragilidade ou pelo nosso pecado”.
“Recordar os nossos pecados é tomar consciência da misericórdia, é sentir mais profundamente a gratuidade do amor de Deus. Transformados em graça, fazem-nos abandonar numa confiança renovada e sem limites, percebendo que nenhuma fraqueza será obstáculo ao amor, se soubermos que o único amor que redime e transforma é o amor de Deus”, explicou.
Em conclusão, o Patriarca de Lisboa convidou a “viver a Quaresma como um tempo de busca de verdade e de autenticidade para todos os homens e mulheres rectos, com um desejo autêntico de servir, mas que não são capazes de ser coerentes com os seus propósitos e fiéis aos compromissos que assumiram”.

Homilia do Cardeal-Patriarca de Lisboa na Missa de Quarta-Feira de Cinzas de 2008

Mensagem de Bento XVI para o XVI Dia Mundial do Doente 2008

Prezados irmãos e irmãs

1. A 11 de Fevereiro, memória da Bem-Aventurada Virgem de Lourdes, celebra-se o Dia Mundial do Doente, ocasião propícia para reflectir sobre o sentido do sofrimento e sobre o dever cristão de o assumir em qualquer situação onde ele estiver presente. No corrente ano, esta significativa celebração vincula-se a dois importantes acontecimentos para a vida da Igreja, como se compreende já do tema escolhido: "A Eucaristia, Lourdes e o cuidado pastoral dos doentes": o sesquicentenário das aparições da Imaculada em Lourdes e a celebração do Congresso Eucarístico Internacional em Québec, no Canadá. De tal modo, oferece-se uma oportunidade singular para considerar a estreita ligação que existe entre o Mistério eucarístico, a função de Maria no projecto salvífico e a realidade da dor e do sofrimento do homem.
O sesquicentenário das aparições em Lourdes convida-nos a dirigir o olhar para a Virgem Santa, cuja Imaculada Conceição constitui o dom sublime e gratuito de Deus a uma mulher, para que pudesse aderir plenamente aos desígnios divinos com fé firme e inabalável, apesar das provações e dos sofrimentos que teria de suportar. Por isso, Maria é modelo de abandono total à vontade de Deus: acolheu no seu coração o Verbo eterno e concebeu-o no seu seio virginal; confiou em Deus e, com a alma trespassada pela espada da dor (cf. Lc 2, 35), não hesitou em compartilhar a paixão do seu Filho, renovando no Calvário aos pés da Cruz o "sim" da Anunciação. Meditar sobre a Imaculada Conceição de Maria é, por conseguinte, deixar-se atrair pelo "sim" que a uniu admiravelmente à missão de Cristo, Redentor da humanidade; é deixar-se arrebatar e orientar pela mão dela, para pronunciar por sua vez o "fiat" à vontade de Deus com toda a existência impregnada de alegrias e tristezas, de esperanças e desilusões, na consciência de que as provações, a dor e o sofrimento tornam rica de sentido a nossa peregrinação na terra.
2. Não se pode contemplar Maria, sem ser atraído por Cristo e não se pode contemplar Cristo sem sentir imediatamente a presença de Maria. Existe um laço inseparável entre a Mãe e o Filho gerado no seu seio, por obra do Espírito Santo, e sentimos este vínculo de maneira misteriosa no Sacramento da Eucaristia, como os Padres da Igreja e os teólogos evidenciaram desde os primeiros séculos. "A carne que nasceu de Maria, tendo vindo do Espírito Santo, é o pão descido do céu", afirma Santo Hilário de Poitiers, enquanto no Sacramentário Bergomense, do séc. IX, lemos: "O seu seio fez florescer um fruto, um pão que nos cumulou de um dom angélico. Maria restituiu à salvação aquilo que Eva tinha destruído com a sua culpa". Sucessivamente, São Pier Damiani observa: "Aquele corpo que a Beatíssima Virgem gerou e alimentou no seu seio com cuidado maternal, sem dúvida aquele corpo e não outro, agora recebemo-lo do altar sagrado, e bebemos o seu sangue como sacramento da nossa redenção. É isto que professa a fé católica, é isto que ensina fielmente a santa Igreja". O vínculo da Santa Virgem com o Filho, Cordeiro imolado que tira os pecados do mundo, estende-se à Igreja, Corpo místico de Cristo. Maria recorda o Servo de Deus João Paulo II é "mulher eucarística" com toda a sua vida, pelo que a Igreja, vendo-a como seu modelo, "é chamada a imitá-la também na sua relação com este Mistério santíssimo" (Carta Encíclica Ecclesia de Eucharistia, 53). Nesta perspectiva, compreende-se ainda mais por que em Lourdes, ao culto da Bem-Aventurada Virgem Maria, se une uma forte e constante evocação à Eucaristia, com Celebrações eucarísticas quotidianas, com a adoração do Santíssimo Sacramento e com a bênção dos enfermos, que constitui um dos momentos mais fortes da passagem dos peregrinos pela gruta de Massabielle. A presença em Lourdes de numerosos peregrinos enfermos e de voluntários que os acompanham ajuda a reflectir sobre o cuidado maternal e terno que a Virgem manifesta diante da dor e dos sofrimentos do homem. Associada ao Sacrifício de Cristo, Maria Mater Dolorosa, que aos pés da Cruz sofre com o seu Filho divino, é sentida particularmente próxima da comunidade cristã que se reúne à volta dos seus membros sofredores, que trazem em si os sinais da paixão do Senhor. Maria sofre juntamente com aqueles que vivem na provação, com eles espera e representa o seu conforto, sustentando-os com a sua ajuda materna. E não é porventura verdade que a experiência espiritual de numerosos enfermos impele a compreender cada vez mais que "o Redentor divino quer penetrar na alma de todas as pessoas que sofrem, através do Coração da sua Mãe Santíssima, primícias e vértice de todos os redimidos" (João Paulo II, Carta Apostólica Salvifici doloris, 26)?
3. Se Lourdes nos leva a meditar sobre o amor materno da Virgem Imaculada pelos seus filhos doentes e sofredores, o próximo Encontro eucarístico internacional será uma ocasião para adorarmos Jesus Cristo presente no Sacramento do altar, para nos confiarmos a Ele como a Esperança que não engana, acolhendo-O como remédio da imortalidade que cura o físico e o espírito. Jesus Cristo redimiu o mundo com o seu sofrimento, com a sua morte e com a sua ressurreição, e desejou permanecer connosco como "pão de vida" na nossa peregrinação terrestre. "A Eucaristia, dom de Deus para a vida do mundo": este é o tema do Congresso Eucarístico, que põe em evidência o facto de que a Eucaristia é a dádiva que o Pai oferece ao mundo, do seu Filho único, encarnado e crucificado. É Ele que nos reúne em volta da mesa eucarística, suscitando nos seus discípulos uma atenção amorosa pelos sofredores e pelos enfermos, em quem a comunidade cristã reconhece o rosto do seu Senhor. Como relevei na Exortação Apostólica pós-sinodal Sacramentum caritatis, "quando celebram a Eucaristia, as nossas comunidades devem ter cada vez mais consciência de que o sacrifício de Cristo é por todos; assim, a Eucaristia impele todo o que nele acredita a fazer-se "pão repartido" para os outros" (n. 88). Deste modo, somos animados a comprometer-nos pessoalmente no serviço aos irmãos, de maneira especial aos que estão em dificuldade, uma vez que a vocação de cada cristão consiste na verdade em ser, juntamente com Jesus, pão repartido para a vida do mundo.
4. Por conseguinte, parece claro que precisamente da Eucaristia a pastoral no campo da saúde deve haurir a força espiritual necessária para socorrer com eficácia o homem e ajudá-lo a compreender o valor salvífico da sua própria salvação. Como pôde escrever o Servo de Deus João Paulo II, na mencionada Carta Apostólica Salvifici doloris, a Igreja vê nos irmãos e nas irmãs que sofrem, como que múltiplos sujeitos da força sobrenatural de Cristo (cf. n. 27). Unido misteriosamente a Cristo, o homem que sofre com amor e com abandono dócil à vontade divina torna-se oferenda viva pela salvação do mundo. O meu amado Predecessor afirmava ainda que "quanto mais o homem se vê ameaçado pelo pecado, quanto mais se apresentam pesadas as estruturas do pecado, que comporta o mundo de hoje, maior é a eloquência que o sofrimento encerra em si mesmo, e tanto mais a Igreja sente a necessidade de recorrer ao valor dos sofrimentos humanos para a salvação do mundo" (Ibid., n. 27). Portanto, se em Québec se contempla o mistério da Eucaristia, dom de Deus para a vida do mundo, no Dia Mundial do Doente, num paralelismo espiritual ideal, não apenas é celebrada a participação concreta do sofrimento humano na obra salvífica de Deus, mas dele podem ser usufruídos, num certo sentido, os preciosos frutos prometidos àqueles que acreditarem. Deste modo a dor, acolhida com fé, torna-se a porta através da qual entrar no mistério do sofrimento redentor de Jesus, para alcançar juntamente com Ele a paz e a felicidade da sua Ressurreição.
5. Enquanto dirijo a minha saudação cordial a todos os enfermos e a quantos cuidam deles de diversas maneiras, convido as comunidades diocesanas e paroquiais a celebrarem o próximo Dia Mundial do Doente, valorizando plenamente a feliz coincidência entre o sesquicentenário das aparições de Nossa Senhora em Lourdes e o Congresso Eucarístico Internacional. Que ele seja uma ocasião para sublinhar a importância da Santa Missa, da Adoração eucarística e do culto da Eucaristia, fazendo com que as Capelas dos Centros de assistência à saúde se tornem o coração pulsante em que Cristo se oferece incessantemente ao Pai pela vida da humanidade. Também a distribuição da Eucaristia aos enfermos, feita com decoro e com espírito de oração, constitui um verdadeiro conforto para quem sofre, angustiado por todas as formas de enfermidade.
Além disso, o próximo Dia Mundial do Doente seja uma circunstância propícia para invocar, de forma especial, a protecção maternal de Maria sobre quantos são provados pela doença, sobre os agentes que trabalham no sector da assistência médica e sobre aqueles que desempenham funções no campo da pastoral da saúde. Penso, de modo particular, nos sacerdotes comprometidos neste campo, nas religiosas e nos religiosos, nos voluntários e em todos aqueles que se preocupam com dedicação efectiva em servir, no corpo e na alma, os enfermos e os necessitados.

Confio todos a Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, Imaculada Conceição. Que Ela ajude cada um a dar testemunho de que a única resposta válida à dor e ao sofrimento humano é Cristo que, ressuscitando, venceu a morte e nos deu a vida que não conhece ocaso. Com estes sentimentos, é de coração que concedo a todos vós uma especial Bênção Apostólica.
Vaticano, 11 de Janeiro de 2008.
BENEDICTUS PP. XVI

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Missionárias Servas do Espírito Santo

A segunda congregação que foi fundada pelo santo Arnaldo Janssen.
Nossa Espiritualidade é Trinitária. Enviadas por Jesus e na força do Espírito Santo, nossas atividades devem expressar o amor de Deus Pai. Nossa tarefa missionária tem como fim a glorificação da Santíssima Trindade.
"Viva Deus Uno e Trino em Nossos Corações e nos Corações de Todas as Pessoas."
A Santíssima Trindade é origem e destino de tudo que existe. Edifica sua morada no coração humano. "Se alguém me ama, há de observar minha palavra, e meu Pai o há de amar, e viremos a ele para nele morarmos".

O Pai - A origem e causa de tudo o que existe.

O Filho - O missionário. Seu alimento é realizar a vontade do Pai, dando sua vida para a construção do Reino de amor, justiça e misericórdia.

O Espírito Santo - A inspiração. Por Ele, Jesus veio ao mundo e encontrou forças para realizar o projeto do Pai. Doou sua vida até a entrega na cruz.

Nossa Congregação é consagrada ao Espírito Santo. Dele recebemos o dinamismo e a inspiração para levar adiante a missão iniciada por Jesus.

Santo Arnaldo Janssen e as Madres Maria e Josefa buscaram ser fiéis à vontade de Deus. Desejavam que o mundo conhecesse Jesus. Confiantes deixaram-se conduzir pelo Espírito Santo.
Maria, primeira Serva do Espírito Santo, colocou-se inteiramente à Sua disposição, através de seu "sim". Ela é nosso modelo de vida missionária consagrada.
Ela é nosso modelo de vida missionária consagrada.

"O anúncio do Evangelho é a primeira e a mais sublime obra de amor ao próximo."Santo Arnaldo Janssen

"Quando Deus nos confia uma missão, também nos concede a graça e a força para realizá-la". Madre Maria

"Quero colocar toda a minha vida a serviço do Evangelho".Madre Maria

"O Espírito Santo poderá fazer algo muito belo de você, portanto, enfrente tudo. Sempre avante!".Madre Josefa

"Deus nos reuniu para que sejamos um só coração e uma só alma. Seremos verdadeiras Servas do Espírito Santo se praticarmos a caridade fraterna". Madre Josefa
(Ir. Ma. Mendes, SSpS)

Missionárias Servas do Espírito Santo da Adoração Perpétua


A terceira Congregação que foi fundada pelo Santo Arenaldo Janssen.
"Que o Espírito Santo as ilumine e fortaleça, unindo-as com o vínculo do amor"
(Santo Arnaldo Janssen)
"Quero colocar toda a minha vida a serviço do Evangelho". (Beata Maria Helena)
"Deus nos reuniu para que sejamos um só coração e uma só alma. Seremos verdadeiras Servas do Espírito Santo se praticarmos a caridade fraterna". (Madre Josefa)
( Ir. ma. Mendes, SSpS)

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

HAPPY VALENTINE TO ALL OF YOU

HAPPY VALENTINE TO ALL OF YOU ......... GOD BLESS!

For God so loV ed the world

That He gA ve
his onL y
BegottE n
SoN
T hat whosoever
Believeth I n Him Should N ot perish
But have E verlasting life." John 3:16

(Ir. Ma. Mendes, SSpS)

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Rangkaian bunga-bunga kesetiaanku

Inilah aku Tuhan, terimalah diriku
Jadikanlah aku menjadi milik kepunyaanMu
Semoga diriku senantiasa menjadi kembang kembang mawar yang indah untuk menghiasi altar-Mu yang Kudus