Hoje, 15 de Janeiro, celebra-se a Festa de Santo Arnaldo Janssen.
Arnaldo Janssen nasceu no dia 5 de Novembro de 1837 em Goch, na Alemanha, numa família de profunda vivência cristã. De seu pai ele herdou a adoração à Santíssima Trindade e a devoção ao Espírito Santo. A leitura do Prólogo do Evangelho de São João, a oração do rosário e a leitura de revistas missionárias eram práticas constantes em sua casa. Daí vieram os traços de sua espiritualidade e de sua vida de oração. Arnaldo Janssen foi ordenado padre no ano 1837.O desejo de anunciar o Evangelho a todos, levou-o a fundar três Congregações Missionárias:
1. 1875-Sociedade do Verbo Divino
2. 1889-Missionárias Servas do Espírito Santo
3. 1896- Missionárias Servas do Espírito Santo da Adoração Perpétua
Numa época difícil, a nível social e político, no seu país, a Alemanha, procurou sempre discernir a vontade de Deus.
Para Arnaldo Janssen "todo trabalho pelo Reino de Deus é, antes de tudo e em primeiro lugar, um compromisso de oração". Por isso, desde o princípio, pensou num certo estilo de adoração perpétua na "Congregação do Verbo Divino" (SVD), que teve em Steyl em 1875 com a abertura do primeiro Seminário Missionário na Alemanha. Em 1889 fundou a Congregação das Irmãs Missionárias "Servas do Espírito Santo". Mais tarde, com sua terceira fundação, Arnaldo Janssen, pode finalmente realizar seu ardente desejo: o dia 8 de Dezembro de 1896 colocou a pedra fundamental da terceira comunidade dentro da família religiosa de Steyl, as "Servas do Espírito Santo da Adoração Perpétua".
Verbo Divino - São Padres e Irmãos de diversos países e culturas, formando comunidades internacionais e consagrados ao serviço da missão na América, África, Europa, Ásia e Oceania. Estão presentes em 70 países, trabalham em áreas rurais e urbanas, dando prioridade à: Bíblia, Justiça e Paz, espiritualidade, animação missionária, comunicação e formação de lideranças. Têm a missão especial de anunciar a Boa Nova de Jesus Cristo em situações em que a necessidade é maior.
Servas do Espírito Santo - Hoje são 3.800 Irmãs em 43 nações diferentes, espalham em todos os continentes: África, América, Ásia, Europa e Ocenaia. Suas atividades missionárias abrangem pastoral e catequese, educação, assistência aos doentes, trabalho social, Justiça e Paz, comunicação e formação de lideranças. Dedicam-se, sobretudo, às pessoas excluídas pela sociedade, minorias e povos ameaçados, refugiados, migrantes...As Irmãs entendem seus trabalhos como um intercâmbio intercultural, como um caminhar juntas numa mesma missão.
Servas do Espírito Santo da Adoração Perpétua - Hoje rezam, dedicam-se e trabalham umas 400 Irmãs adoradoras espalhadas em quatro Continentes, em vinte Conventos existentes nos EUA, Argentina, Brasil, Alemanha, Holanda, Polônia, Filipinas, Índia, Indonésia e Togo.
Arnaldo Jansen, morreu em 15 de Janeiro de 1909. Sua vida foi de confiança na providência divina e de trabalho duro.
Arnaldo Jassen foi beatificado em 19 de Outubro de 1975 pelo Papa Paulo VI e canonizado em Roma, a 5 de Outubro de 2003, por João Paulo II.
Características de Santo Arnaldo:
Busca incansável da vontade de Deus;
Sinceridade nas suas observações
Amor à verdade
Profunda vida de fé e de oração
Caridade e humildade
Clareza de visão
Contribuições para a Igreja Universal
" O anuncio da Boa Nova é a primeira e a principal obra de amor ao próximo. A Evangelização é o primeiro e o supremo objectivo da Igreja na terra. Que o conhecimento e o amor de deus ilumine e faça felizes os homens e mulheres do mundo inteiro". (Santo Arnaldo Janssen)
Desejo para todos os membros das três congregações que espalham no mundo inteiro, Boas Festas do Santo Arnaldos Janssen. Para que sejamos fieis a proclamar a Boa Nova e testemunhar o seu Amor Infinito a todos.
(By Ir. Ma. mendes, SSpS-Missionárias Servas do Espírito Santo-Comunidade Portugal)
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
SILÊNCIO
No silêncio, nos encontramos, e no silêncio podemos encontrar a Deus. A reflexão, a meditação e a contemplação precisam de silêncio. Deus não está nem no espantoso trovão nem no relâmpago intimidador; Deus está na brisa suave que reconforta o corpo e serena o espírito.
(Dom Washington Cruz, CP)
domingo, 13 de janeiro de 2008
A Formative Relationship of Give and Take
The Couples for Christ (CFC) was first initiated by 16 couples in Manila, Philippines in June 1981. After twenty-four years, the CFC was granted recognition by the Holy See (Vatican). CFC came to Portugal through the instrumentality of an SVD priest in Lisbon in October 13, 2001. While Sr. Remedios Socorro Aunzo, SSpS, a Filipina sister, was here to learn the Portuguese language, she was the one who accompanied the group in their spiritual formation. She has since left for East Timor. The group asked for another sister to take her place. I was given the assignment to journey with them. Every first Sunday of the month we have a spiritual formation session. Included in their Christian Life program is regular confession. I have asked an SVD priest to be their confessor. The celebration of the Holy Eucharist is also central to their formation. Hence, every first Sunday, they sing the Mass songs in English and every third Sunday, they sing Portuguese Mass songs. This helps them a bit with their language difficulty. Sundays are always celebrated together, sharing food, faith and life stories. They also reach out to others, especially the poor by raising funds to provide shelter for the less fortunate and for scholarships for poor children.
Their life and mission reveal to me their faith in Jesus, ever present in their life. I learn many things from them. Their witnessing to their faith challenges me to grow deeper in my own spiritual life and mission as an SSpS.
Their life and mission reveal to me their faith in Jesus, ever present in their life. I learn many things from them. Their witnessing to their faith challenges me to grow deeper in my own spiritual life and mission as an SSpS.
(Portugal, 2006, by Ir Maria Mendes , SSpS)
sábado, 12 de janeiro de 2008
Ir. Ángela Furian, SSpS
A Ir. Ángela Furian é missionárias das Servas do Espírito Santo, natural de Áustria. Irmã trabalhou como missionária durante 26 no Brasil, 6 anos em Roma, desde 1989 ate actualidade em Portugal. 1989 a 2001 em Viseu, 2001 até agora em Comunidade das irmãs missionárias das Servas do Espírito Santo em Casal de Cambra.As fotos estão monstrar os encontros com o grupo da oração em comunidade de Casal de Cambra.
(By Ir. Ma. Mendes, SSpS)
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
A ausência do pai
Na conferência do Dr. Pedro Stress sublinhou a influencia a ausência do pai no desenvolvimento emocional, cognitivo e comportamental da criança e do adolescente.
O papel do pai na sociedade tem vindo a modificar-se, sobretudo nas últimas décadas. Até ao fim do século passado, o pai desempenhava essencialmente uma função educadora. Depois da II Guerra Mundial e em consequência de alterações profundas que deram na sociedade ocidental (ambos os pais empregados, família nuclear, dificuldades económicas) o pai foi-se tornando cada vez mais participativo.
Na nova redistribuição igualitária dos papéis masculino e feminino, o homem como marido e como pai tem sido o principal alvo de transformação.
A sociedade actual tem passado por grandes transformações em todos os campos trazendo mudanças aos comportamentos das pessoas. Tais mudanças afectaram também a forma de se educar os filhos. Não se pode mais falar hoje, de um modelo de pai, pois muitos são os tipos de estruturas familiares. Tempos atrás, a família patriarcal era soberana. Bastava ao pai prover autoridade, segurança física e financeira e pronto, seu papel estava sendo perfeitamente cumprido. Hoje, ainda remanescem algumas famílias patriarcais, mas são poucas. O pai tem procurado participar mais, dividir responsabilidades e prazeres ao lado dos filhos também. E claro, essa é a receita ideal.
A ausência do pai pode trazer consequências psicológicas à criança. Se a ausência é definitiva, no caso de morte ou porque o pai não assumiu a paternidade, há que se trabalhar o contexto com a criança desde cedo contando a ela, na linguagem apropriada para a idade, o que aconteceu e como o restante da família enxerga a situação, procurando minimizar o sentimento de rejeição. É sempre muito importante ter uma figura masculina, seja ela um novo companheiro da mãe, um tio, amigo ou avô, para que se tenha o modelo masculino. Quando a criança não tem esse modelo pode passar por situações de não reconhecimento do género. Ela não sabe o que é ser menina ou menino, pois não têm parâmetros. É muito comum, principalmente em meninos já que estamos falando da figura do pai, adoptarem trejeitos femininos ou até preferências culturalmente femininas, não porque tenham uma opção sexual diferente, o que também pode ocorrer, mas porque simplesmente ele não sabe o que é ser menino ou o que faz um menino.
“Os filhos necessitam em qualquer condição de apoio, de carinho, protecção, companhia, cuidados e limites. É fundamental o papel da família no desenvolvimento da auto-estima dos filhos, pois é nela que desenvolvemos os laços afectivos, influenciando questões relacionadas ao ajustamento e às mais variadas situações", explica a psicóloga Patrícia Camargo.
A figura paterna faz parte da estrutura emocional para nos tornarmos pessoas saudáveis e maduras. A criança que é criada sem referencial masculino pode tornar-se aversivo às ordens dadas por representantes femininos. Porém isso não quer dizer que crianças criadas somente pela mãe vão ter algum transtorno emocional.
Saiba que crescer numa família sem o pai, cada vez mais comuns nas sociedades modernas.
O papel materno é um factor essencial nas situações de ausência do pai no desenvolvimento da criança, pois a influência do comportamento materno pode levar a surgir uma maior ou menor predisposição para os conflitos associados à falta do pai.
O Dr. Pedro apresentou um caso em que a ausência do pai é um ponto importantíssimo da vida da criança. Ao longo do atendimento, foram surgindo as compreensões e emoções da criança/adolescente associadas à ausência do pai.
Concomitantemente aos diversos factores individuais de cada caso, é indispensável examinar o impacto dessa ausência no desenvolvimento psicológico, intelectual e comportamental de uma criança ou adolescente.
Este tema desperta especial interesse nos dias de hoje, devido a modificação da estrutura familiar actual, em que se observa a crescente ausência do pai. As principais teorias do desenvolvimento se baseiam no modelo da família convencional, e, provavelmente, as novas configurações familiares reflectem nas relações interpessoais e intrapsíquicas.
Em famílias sem parecença do pai ou nas quais os pais apresentavam pouca interacção com seus filhos, havia maior associação com desempenhos pobres em testes cognitivos das crianças. Ansiedade do pai, utilizada como uma variável índice, representando processos familiares e psicossociais subjacentes, é inconsciente e até fracamente relacionada com o desenvolvimento cognitivo em crianças.
Também apontam que diferenças atribuídas à ausência do pai podem ser decorrentes, em grande parte dos casos, do nível socioeconómico das famílias.
A seguir queria referir algumas citações dos vários autores sobre a ausência do pai:
FREUD "na maioria dos seres humanos, tanto hoje como nos tempos primitivos, a necessidade de se apoiar numa autoridade de qualquer espécie é tão imperativa que seu mundo desmorona se essa autoridade é ameaçada".
ROHDE et al. concluem que “a função paterna é fundamental para o desenvolvimento do bebé. Segundo os autores, tal função é dinâmica, já que o pai representa um sustentáculo afectivo para a mãe interagir com seu bebé e também, ainda nos primeiros anos da criança, deve funcionar como um factor de divisão da relação simbiótica mãe-bebé”.
MUZA contribui com este tema, dizendo que "o pai aparece como o terceiro imprescindível para que a criança elabore a perda da relação inicial com a mãe", sendo que "a criança necessita do pai para desprender-se da mãe e, ao mesmo tempo, também necessita de um pai e de uma mãe para satisfazer, por identificação, sua bissexualidade".
Prossegue afirmando que "o pai passa a representar um princípio de realidade e de ordem na família, e a criança sente que ela não é mais a única a compartilhar a atenção da mãe".
As crianças que não convivem com o pai acabam tendo problemas de identificação sexual, dificuldades de reconhecer limites e de aprender regras de convivência social. Isso mostraria a “ dificuldade de internalização de um pai simbólico, capaz de representar a instância moral do indivíduo: tal falta pode se manifestar de diversas maneiras, entre elas uma maior propensão para desenvolvimento com a delinquência.
A ausência do pai geralmente tem um impacto negativo em crianças e adolescentes, sendo que estes estariam em maior risco para desenvolver problemas de comportamento.
O que quer dizer que cada qual dos pais possui papel importante e vital no desenvolvimento do ser humano, e as continuações de uma criação má conduzida é factor principal para a inadequação social de toda e qualquer pessoa.
(By Ir. Ma. Mendes, SSpS, Universidade católica Portuguesa)
O papel do pai na sociedade tem vindo a modificar-se, sobretudo nas últimas décadas. Até ao fim do século passado, o pai desempenhava essencialmente uma função educadora. Depois da II Guerra Mundial e em consequência de alterações profundas que deram na sociedade ocidental (ambos os pais empregados, família nuclear, dificuldades económicas) o pai foi-se tornando cada vez mais participativo.
Na nova redistribuição igualitária dos papéis masculino e feminino, o homem como marido e como pai tem sido o principal alvo de transformação.
A sociedade actual tem passado por grandes transformações em todos os campos trazendo mudanças aos comportamentos das pessoas. Tais mudanças afectaram também a forma de se educar os filhos. Não se pode mais falar hoje, de um modelo de pai, pois muitos são os tipos de estruturas familiares. Tempos atrás, a família patriarcal era soberana. Bastava ao pai prover autoridade, segurança física e financeira e pronto, seu papel estava sendo perfeitamente cumprido. Hoje, ainda remanescem algumas famílias patriarcais, mas são poucas. O pai tem procurado participar mais, dividir responsabilidades e prazeres ao lado dos filhos também. E claro, essa é a receita ideal.
A ausência do pai pode trazer consequências psicológicas à criança. Se a ausência é definitiva, no caso de morte ou porque o pai não assumiu a paternidade, há que se trabalhar o contexto com a criança desde cedo contando a ela, na linguagem apropriada para a idade, o que aconteceu e como o restante da família enxerga a situação, procurando minimizar o sentimento de rejeição. É sempre muito importante ter uma figura masculina, seja ela um novo companheiro da mãe, um tio, amigo ou avô, para que se tenha o modelo masculino. Quando a criança não tem esse modelo pode passar por situações de não reconhecimento do género. Ela não sabe o que é ser menina ou menino, pois não têm parâmetros. É muito comum, principalmente em meninos já que estamos falando da figura do pai, adoptarem trejeitos femininos ou até preferências culturalmente femininas, não porque tenham uma opção sexual diferente, o que também pode ocorrer, mas porque simplesmente ele não sabe o que é ser menino ou o que faz um menino.
“Os filhos necessitam em qualquer condição de apoio, de carinho, protecção, companhia, cuidados e limites. É fundamental o papel da família no desenvolvimento da auto-estima dos filhos, pois é nela que desenvolvemos os laços afectivos, influenciando questões relacionadas ao ajustamento e às mais variadas situações", explica a psicóloga Patrícia Camargo.
A figura paterna faz parte da estrutura emocional para nos tornarmos pessoas saudáveis e maduras. A criança que é criada sem referencial masculino pode tornar-se aversivo às ordens dadas por representantes femininos. Porém isso não quer dizer que crianças criadas somente pela mãe vão ter algum transtorno emocional.
Saiba que crescer numa família sem o pai, cada vez mais comuns nas sociedades modernas.
O papel materno é um factor essencial nas situações de ausência do pai no desenvolvimento da criança, pois a influência do comportamento materno pode levar a surgir uma maior ou menor predisposição para os conflitos associados à falta do pai.
O Dr. Pedro apresentou um caso em que a ausência do pai é um ponto importantíssimo da vida da criança. Ao longo do atendimento, foram surgindo as compreensões e emoções da criança/adolescente associadas à ausência do pai.
Concomitantemente aos diversos factores individuais de cada caso, é indispensável examinar o impacto dessa ausência no desenvolvimento psicológico, intelectual e comportamental de uma criança ou adolescente.
Este tema desperta especial interesse nos dias de hoje, devido a modificação da estrutura familiar actual, em que se observa a crescente ausência do pai. As principais teorias do desenvolvimento se baseiam no modelo da família convencional, e, provavelmente, as novas configurações familiares reflectem nas relações interpessoais e intrapsíquicas.
Em famílias sem parecença do pai ou nas quais os pais apresentavam pouca interacção com seus filhos, havia maior associação com desempenhos pobres em testes cognitivos das crianças. Ansiedade do pai, utilizada como uma variável índice, representando processos familiares e psicossociais subjacentes, é inconsciente e até fracamente relacionada com o desenvolvimento cognitivo em crianças.
Também apontam que diferenças atribuídas à ausência do pai podem ser decorrentes, em grande parte dos casos, do nível socioeconómico das famílias.
A seguir queria referir algumas citações dos vários autores sobre a ausência do pai:
FREUD "na maioria dos seres humanos, tanto hoje como nos tempos primitivos, a necessidade de se apoiar numa autoridade de qualquer espécie é tão imperativa que seu mundo desmorona se essa autoridade é ameaçada".
ROHDE et al. concluem que “a função paterna é fundamental para o desenvolvimento do bebé. Segundo os autores, tal função é dinâmica, já que o pai representa um sustentáculo afectivo para a mãe interagir com seu bebé e também, ainda nos primeiros anos da criança, deve funcionar como um factor de divisão da relação simbiótica mãe-bebé”.
MUZA contribui com este tema, dizendo que "o pai aparece como o terceiro imprescindível para que a criança elabore a perda da relação inicial com a mãe", sendo que "a criança necessita do pai para desprender-se da mãe e, ao mesmo tempo, também necessita de um pai e de uma mãe para satisfazer, por identificação, sua bissexualidade".
Prossegue afirmando que "o pai passa a representar um princípio de realidade e de ordem na família, e a criança sente que ela não é mais a única a compartilhar a atenção da mãe".
As crianças que não convivem com o pai acabam tendo problemas de identificação sexual, dificuldades de reconhecer limites e de aprender regras de convivência social. Isso mostraria a “ dificuldade de internalização de um pai simbólico, capaz de representar a instância moral do indivíduo: tal falta pode se manifestar de diversas maneiras, entre elas uma maior propensão para desenvolvimento com a delinquência.
A ausência do pai geralmente tem um impacto negativo em crianças e adolescentes, sendo que estes estariam em maior risco para desenvolver problemas de comportamento.
O que quer dizer que cada qual dos pais possui papel importante e vital no desenvolvimento do ser humano, e as continuações de uma criação má conduzida é factor principal para a inadequação social de toda e qualquer pessoa.
(By Ir. Ma. Mendes, SSpS, Universidade católica Portuguesa)
Precépio típico de Timor Loro Sae
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